sábado, 13 de outubro de 2012
Noite mal dormida
Era a enésima vez que eu acordava naquela noite. Quando não era o frio da febre, era a onda de calor do remédio, um pesadelo, o barulho de trovões que assustou os cachorros, outro pesadelo. Daquela vez era dor de cabeça. Sentei na beira da cama, sem ânimo. Em breve o despertador tocaria e eu teria que levantar de vez. O marido pergunta se está tudo bem. Eu levo alguns segundos para responder, fazendo um check-up mental. O corpo dói, a cabeça dói, o cansaço da noite mal dormida pesa nos olhos e nos ombros. Nada diferente da noite anterior, e da que veio antes dessa. Balanço a cabeça afirmativamente. Sim, está tudo bem.
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